Matutando…
Jesus ia passando… Tinha saído do Templo onde quase foi apedrejado. Estava em Jerusalém por ocasião de uma festa, a Festa das Tendas…
Jesus ia passando… Ou seja, estava a caminho e se deparou com o cego de nascença. Um encontro casual: o cego não O procurava…
Viu um cego de nascença… Compreendeu o drama que aquele homem – desconhecido até então – vivia. Compreende seu confinamento. O homem não diz nada! Também isso lhe foi tirado.
Não enxerga desde o nascimento, não pode opinar. Também não fala. Sobre o que falaria? Quem escutaria alguém que não vê? A ausência de visão e de fala tornava esse homem um “marginal”, alguém que não era considerado. Era um “homem invisível”.
A explicação para sua vida era dada pelos outros. A sociedade que determinava o que ele era. Essa definição foi manifestada pela pergunta: Quem pecou? Ele ou os pais? Era alguém que estava sendo punido, portanto não deveria ser levado em consideração.
Mas Jesus o viu! Jesus nos vê! Mesmo quando estamos nos arrastando pelos cantos, quando não somos considerados, quando nossa opinião não tem importância!
Jesus nos ama!
• João 9,1ss
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